domingo, 21 de abril de 2013

QUEM TEM BICHO NÃO DEPRIME...


Estudos têm comprovado que pessoas que possuem o contato, ou algum tipo de convívio com “pets de estimação” possuem menor chance de sofrer de depressão. Melhoram a autoestima e o convívio social... Milagre? Não! Apenas o privilégio de saber usufruir da convivência e saborear os bons, verdadeiros e divertidos momentos que os “pets” podem nos proporcionar...

Ter um “amigo de estimação” é um aprendizado de vida. Exercita laços de amizade, cumplicidade, companheirismo e dedicação. Desta forma, tais exercícios só podem nos conduzir a um caminho de crescimento pessoal e sentimental... Concordam? Pois é... A Ciência já concorda...
Ao fornecer companhia, carinho, conforto, entretenimento e, principalmente, amor incondicional, gatos, cachorros, chinchilas, pássaros e até mesmo animais maiores, como cavalos, trazem a seus donos e a quem convive com eles benefícios como melhora da autoestima, aumento da prática de atividades físicas e maior convívio social” é o que diz a reportagem “10 benefícios dos pets à saúde e ao bem-estar humano” (Marianne Scholze, especial para o iG São Paulo, 2013).

Outra reportagem interessante é sobre uma prática de “Terapia com animais”, conforme relata Fernanda Aranda (iG São Paulo). “A terapia com animais já é estudada pela ciência e não só promove felicidade em locais marcados pela falta de esperança, como é um poderoso antídoto contra depressão, pressão alta e medo de injeção (para as crianças e adultos)”.
Vale ressaltar que alguns desses animais que levam a esperança, o afeto e a diversão  aos carentes, debilitados e necessitados já passaram por grande provações... Alguns, são sobreviventes de maus tratos. Portanto, sabem apreciar a beleza do gesto de quem estende a mão. E retribuem com amor e amizade incondicional.

“Fifi, uma vira-lata de vida sofrida até mais ou menos seis meses de idade, foi encontrada escondida em um arbusto do Morumbi, bairro abastado da zona sul paulistana, com cicatrizes que indicavam muitos maus-tratos”. A suspeita é de que ela apanhava ao som de ônibus e caminhões, pois até hoje essa sinfonia urbana faz a cadelinha tremer. O histórico complicado fez com que a mulher que a acolheu, Stella Kochen Susskind, duvidasse da carreira na área da saúde quando essa possibilidade apareceu na vida de Fifi. Stella já conhecia o PetSmile, “os olhos cheios de caridade” da cachorra indicavam que ela podia ser um dos membros, mas ela não tinha noção de como o animal reagiria caso o toque ou comportamento de algum paciente despertasse uma destas “memórias de maus-tratos . A “mãe adotiva”, no entanto, resolveu investir no projeto. As surras foram substituídas por carinhos e um tratamento veterinário curou as doenças venéreas e também o problema renal da cachorra. Foi o primeiro passo para a cadela tornar-se a “geriatra” eficiente que é hoje, aos 5 anos, uma das especialistas no que a veterinária Hannelore chama de efeito bichoA vira-lata Fifi, toda vez que faz sua visita a uma casa de idosos, faz com que a pressão de uma senhora de 80 anos volte aos níveis normais, feito que nem os poderosos medicamentos hipertensivos conseguem."
 
Vale conferir as reportagens na integra.
 
Aline
 
 
Pets Friend: "Quem tem bicho não deprime"
 




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